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Cellebrite Reader para Criminalistas
Como ler o relatório de extração do celular e encontrar o que favorece a defesa
Quase todo processo com celular apreendido traz um relatório da Cellebrite. O advogado abre o Cellebrite Reader, encontra trinta e cinco mil registros e fecha. A defesa acaba construída sobre o recorte que a acusação escolheu.
Neste livro, Joaquim Neto mostra, tela por tela, como abrir o UFDR, montar a linha do tempo da prova, descobrir se o celular foi usado depois da apreensão, provar que o relatório não está completo e transformar cada achado em quesito e argumento.
- entender por que o UFDR é relatório, e não a extração inteira;
- montar a linha do tempo e acertar o fuso antes de concluir;
- filtrar milhares de registros até sobrar o que interessa;
- separar uso do aparelho de falha de preservação;
- levar ao processo só o essencial, com quesitos fechados.
O relatório não pertence à acusação. Ele pertence ao processo.
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